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terça-feira, 10 de maio de 2011

VEJAM MINHA ENTREVISTA NA REVISTA AUE PAISAGISMO

Olá pessoal, quanto tempo!!! Por conta da grande demanda de trabalhos, acabei me ausentando por um bom tempo, mas estou de volta para compartilhar com vocês um pouco mais das minhas experiências cotidianas que estou vivendo na profissão de biólogo. Antes de mais nada, gostaria de deixar o link da minha entrevista a REVISTA AUE PAISAGISMO, pois atualmente, estou trabalhando com esta área e sinto que cada vez mais, a profissão do biólogo ganha espaço até mesmo neste segmento. O link para visualizar a matéria completa é http://www.auepaisagismo.com/?id=Recuperação-de-áreas-degradadas:-especialistas-falam-sobre-a-importância-do-paisagismo-no-segmento&in=901 e abaixo ssegue alguns trechos da matéria  no site, onde coloquei apenas meus comentários.. Um grande abraço e em breve estarei com mais noticias.


Recuperação de áreas degradadas: especialistas falam sobre a importância do paisagismo no segmento

Autor: Camila Fonseca - Data: 07/05/2011

Como se tivesse sido esquecido em meio a multidão, o meio ambiente tem sofrido as graves consequências do abandono humano. No entanto, este é um caso que todos já conhecem bem, porém poucos têm ciência do que, de fato, é preciso fazer para lidar com o problema. Afinal, o que não é cuidado, não consegue ser mantido. Mas, então, você pensa: Do que exatamente estamos falando? Essa resposta pode vir carregada de conotações, mas o que se pretende retratar é apenas uma coisa: a recuperação de áreas degradadas no nosso planeta. 

Esse tem sido um tema bastante discutido nas últimas décadas e gerado polêmica. Isso, porque grande parte dos atuais empreendimentos demandam construções e reformas, o que leva a alterações conflituosas no ambiente. Dessa maneira, o professor do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental e do Curso de Pós-Graduação em Análise Ambiental da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Homero Soares, explica que qualquer negócio que seja potencialmente poluidor necessita, anteriormente, realizar algum tipo de estudo de impacto. "Dependendo do porte do empreendimento, as medidas mitigadoras a serem implementadas são mais profundas e consomem mais dinheiro. A remoção de solo gera impactos ambientais importantes. A Política Nacional de Meio Ambiente, lei 6932/1980 prevê este tipo de mitigação", esclarece.

Recuperar áreas degradas é um trabalho que exige dedicação e eficiência de diversos profissionais. Nesse sentido, o posicionamento de um biólogo também deve ser levado em consideração. É o caso da bióloga e paisagista Mônica Prado, que avalia o caso em sua forma de atuação. Ela esclarece que cabe a um responsável técnico desempenhar o papel de recomposição de um local de acordo com as necessidades paisagísticas. "No caso de um biólogo, este iria utilizar ferramentas de estudos e conhecimentos em botânica, pedologia (estudo de solos), identificação da área (se esta é, por exemplo, uma mata ciliar), ecologia, entre outros, além de um levantamento preliminar de todas as características físicas, químicas e biológicas existentes na área que foi degradada", ressalva. Assim, o profissional deverá prever e provocar o aparecimento de espécies tanto da flora, quanto da fauna.

É importante estar atendo às diferenças quando se trata de criar um projeto paisagístico e recuperar uma área paisagísticamente. "Dependendo do ponto de vista de cada profissional, criar uma área paisagística seria a elaboração de um projeto numa determinada área, considerando suas características físicas e naturais do ambiente, como por exemplo, elaborar um projeto para ser implantado numa área de praça publica. Já o processo de recuperar uma área paisagísticamente, deve ser de ordem relevante aspectos do tipo físicos, químicos, biológicos e naturais do ambiente, considerando que as espécies a serem implantadas não prejudiquem as espécies já existentes", alerta Mônica Prado.
Mais do que se preocupar, deve partir de cada um a iniciativa de inserir hábitos sustentáveis no cotidiano. Cuidar é deixar viver!


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